
Sou Eu
Uma cabana negra e fria,
ou porto que se confia...
Água para os sedentos,
consolo de lamentos.
Alívio dos afogados,
torpor de desesperados.
A velocidade de um carro,
a fumaça do cigarro.
A caneta no papel dançando,
uma poesia se formando...
O sangue na veia aquecendo,
um cérebro enlouquecendo.
Mulher nascida errada, torta.
Casa triste, perdida e morta.
Sou um grito e todos os ais...
Só um jeito de ser; nada mais.
Tânia Regina Voigt
Uma cabana negra e fria,
ou porto que se confia...
Água para os sedentos,
consolo de lamentos.
Alívio dos afogados,
torpor de desesperados.
A velocidade de um carro,
a fumaça do cigarro.
A caneta no papel dançando,
uma poesia se formando...
O sangue na veia aquecendo,
um cérebro enlouquecendo.
Mulher nascida errada, torta.
Casa triste, perdida e morta.
Sou um grito e todos os ais...
Só um jeito de ser; nada mais.
Tânia Regina Voigt
| João Braga Neto - 2007-03-24 11:40:01 | |
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